FIAMC convida para Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

A FIAMC - Federação Internacional das Associações Médicas Católicas, organismo mundial que a AMCP integra, convida para a Consagração dos Médicos Católicos ao Sagrado Coração de Jesus, a realizar em Roma nos dias 21 e 22 de junho de 2019. 

O assistente espiritual da FIAMC informa que as inscrições podem ser efetuadas online: http://www.fiamc.org/agenda/registration-for-fiamc-consecration-and-papal-audience-june-21-22-2019/

Os associados da AMCP que estejam interessados em receber mais informações ou em participar neste encontro-celebração podem contactar diretamente o professor Alexandre Laureano Santos: a.laureano@netcabo.pt

Livro "Reflexões sobre Ética Médica"

A 11 de maio foi apresentado, em Lisboa,  por D. Manuel Clemente, o livro “Reflexões sobre Ética Médica”. 

Durante a apresentação, o Cardeal Patriarca de Lisboa sublinhou a importância da adequação à verdade também no contexto da Ética Médica: “A verdade é a adequação da mente ao objeto, é uma realidade que se impõe à qual eu depois adiro. (…) Porque não nos adequamos, lavamos daí as mãos – não é o ato higiénico é o ato moral. (…) O silogismo ‘Eu quero/apetece-me; Tecnicamente é possível; Logo, tenho direito’ é redutor”. Ler mais...


AMCP congratula-se com a rejeição da prática da eutanásia em Portugal

A 29 de maio de 2018 foram  reprovados os projetos de lei levados a votação no Parlamento Português para a despenalização da eutanásia em Portugal.

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses congratulou-se com este resultado, por inviabilizar a prática da eutanásia em Portugal.

Para o Presidente da AMCP, o médico psiquiatra Pedro Afonso, em declarações logo após a divulgação dos resultados, a votação votação revelou “uma vitória da medicina e uma vitória da Vida”. “Os médicos não têm outra vocação senão estar ao lado da Vida, tratando e aliviando o sofrimento dos doentes, e garantindo os cuidados paliativos a todos aqueles que deles necessitam”, disse.

A medicina apoia a sua prática no diagnóstico e no tratamento das doenças, no alívio do sofrimento dos doentes, com a finalidade de defesa da vida humana, e não em decisões que, com o subterfúgio de quererem eliminar o sofrimento, eliminam o doente.

Na ocasião, a Associação dos Médicos Católicos Portugueses exortou as entidades competentes a um maior investimento nos cuidados paliativos em Portugal.