Voluntariado Médico

Apoio aos peregrinos do Santuário de Fátima

O Posto de Socorros é um serviço de apoio aos peregrinos e visitantes do Santuário de Fátima, onde se prestam cuidados de saúde às pessoas que a ele recorrem. O serviço médico, disponibiliza-se aos fins de semana (sábado de tarde e domingo de manhã) ao longo de todo o ano, diariamente no período de verão (15 de julho a 15 de setembro) e, ainda, nos dias 12 e 13 dos meses de maio a outubro.

Voluntariado Médico

Presidente da República veta Lei sobre mudança de género aos 16

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses congratula-se com o veto do Presidente da República ao diploma de mudança de género aos 16 anos. Acreditamos que o envolvimento e o apoio dos médicos nas situações de disforia do género é de enorme importância para o acompanhamento e tratamento destes casos.

9 de maio de 2018

Arquivo:

O Parlamento Português aprovou no dia 13 de abril uma lei que permite a mudança de género no registo civil aos 16 anos apenas mediante requerimento e sem necessidade de recorrer a qualquer relatório médico. A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) considera que a dispensa de um parecer médico se reveste de uma enorme gravidade em termos de saúde pública. 

Ler mais...

Conselho Nacional da AMCP

A AMCP vai realizar no sábado, dia 17/11/2018, um Conselho Nacional. Este Conselho Nacional decorrerá em Fátima, na Casa de Retiros de Nossa Senhora das Dores com o seguinte programa:

  • 9:45h Início dos trabalhos (Direção Nacional da AMCP)
  • 12:30h Eucaristia
  • 13:15h Almoço
  • 14:30h Reinício dos trabalhos (Núcleos Diocesanos)
  • 16:30h Encerramento

Pode inscrever-se neste encontro através do seguinte link:  

https://goo.gl/forms/5Ad54mQF1wSDjiaI3

AMCP congratula-se com a rejeição da prática da eutanásia em Portugal

Foram hoje - 29 de maio de 2018 - reprovados os projetos de lei levados a votação no Parlamento Português para a despenalização da eutanásia em Portugal.

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses congratula-se com este resultado, por inviabilizar a prática da eutanásia em Portugal.

Ler mais...

Médicos pedem ao SNS mais medidas de conciliação Trabalho-Família

As dificuldades na conciliação Trabalho-Família originam diversas tensões junto dos profissionais da medicina, quer no seio familiar quer ao nível do funcionamento dos hospitais e centros de saúde.

Um estudo realizado junto de 181 médicos da Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) revela que os médicos consideram mais difícil conciliar trabalho e família no Sistema Nacional de Saúde (SNS) do que no sector privado e, por isso, pedem medidas concretas para que trabalho e família sejam áreas conciliáveis.

O inquérito aos médicos católicos, realizado durante o mês de março, revela que os médicos trabalham em média 47 horas semanais e que a maioria destes profissionais considera que a partir das 43 horas semanais de trabalho existe um claro prejuízo para a vida familiar. 

Ler mais...

Torne-se Sócio

Para se tornar Sócio da AMCP é muito simples.

Pode prencher Inscrição de Associado no site ou então  descarregar o formulário em word, preenchê-lo e enviá-lo por correio.

Veja as condições especiais para estudantes.

Pode descobrir aqui os procedimentos para novos associados da AMCP


Eventos dos Núcleos

Presidente da República veta a Lei sobre mudança de género aos 16

 

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses congratula-se com o veto do Presidente da República ao diploma de mudança de género aos 16 anos. Acreditamos que o envolvimento e o apoio dos médicos nas situações de disforia do género é de enorme importância para o acompanhamento e tratamento destes casos.

9 de maio de 2018

Arquivo:

Médicos Católicos pedem ao Presidente da República que vete a Lei sobre mudança de género aos 16 anos

O Parlamento Português aprovou no dia 13 de abril uma lei que permite a mudança de género no registo civil aos 16 anos apenas mediante requerimento e sem necessidade de recorrer a qualquer relatório médico.

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) considera que a dispensa de um parecer médico se reveste de uma enorme gravidade em termos de saúde pública. 

A lei aprovada exclui a medicina, não tem qualquer base científica, já que não se apoia em qualquer diagnóstico médico de disforia de género, e dispensa o tratamento médico necessário para estes casos.

A história ensina-nos que sempre que a medicina se subjugou à ideologia, os resultados foram desastrosos para a humanidade, pelo que a AMCP apela ao Sr. Presidente da República para que vete esta lei. 

A AMCP estranha que seja permitida a mudança de género numa idade em que se considera que os cidadãos não têm ainda maturidade para votar, conduzir um automóvel ou ingerir bebidas alcoólicas.

É questionável a capacidade de discernimento de um jovem de 16 anos poder decidir, de forma madura, livre e responsável, sobre a mudança de género. Nesta idade o córtex pré-frontal (envolvido nas respostas emocionais e na tomada de decisões) ainda não atingiu o desenvolvimento completo, pelo que não existem condições neurobiológicas de maturidade para uma tomada de decisão desta natureza. 

A lei não garante a exclusão de outras doenças psiquiátricas que possam estar na origem deste pedido. A AMCP, de acordo com a boa prática médica, defende que estas patologias devem ser avaliadas e tratadas pelos médicos psiquiatras e por outros profissionais de saúde competentes; portanto, devem continuar no campo da medicina e não serem utilizadas por interesses políticos, inspirados em posições ideológicas sobre esta matéria; situação que esta lei não garante.

Neste contexto, reconhece-se que existem casos de disforia de género na população geral, cuja prevalência, convém sublinhar, é muito baixa (0,003% - 0,005%). A AMCP entende que é um risco a Assembleia da República produzir uma legislação baseada nesta casuística, sobre uma matéria tão sensível. 

Esta lei, agora aprovada, não é baseada propriamente em novas descobertas científicas, nem tão-pouco foi pedida pelos médicos portugueses, mas é suportada por uma ideologia: a ideologia de género. Esta teoria assenta na ideia radical de que os sexos masculinos e femininos não passam de uma construção mental, cabendo à pessoa escolher a sua própria identidade de género. 

A ideologia de género é uma construção cultural, um produto da cultura e do pensamento humano, sendo totalmente desvinculada da biologia. A ciência — e a medicina em particular — não aceita a supremacia absoluta da dimensão psicológica/sociocultural sobre a identidade sexual. O ideal é que haja uma harmonia entre ambas, não sendo ético provocar desordens psicopatológicas artificiais, através da difusão de uma ideologia radical destinada a criar um “homem novo”.

16 de abril de 2018

Siga-nos