Voluntariado Médico

Apoio aos peregrinos do Santuário de Fátima

O Posto de Socorros é um serviço de apoio aos peregrinos e visitantes do Santuário de Fátima, onde se prestam cuidados de saúde às pessoas que a ele recorrem. O serviço médico, disponibiliza-se aos fins de semana (sábado de tarde e domingo de manhã) ao longo de todo o ano, diariamente no período de verão (15 de julho a 15 de setembro) e, ainda, nos dias 12 e 13 dos meses de maio a outubro.

Voluntariado Médico

Médicos Católicos reúnem-se com bastonário da OM e alertam:

A Legalização da eutanásia criaria uma enorme pressão sobre os doentes mais frágeis

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) reuniu esta manhã com o bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, a quem reiterou a sua oposição à legalização da eutanásia em Portugal, matéria cuja discussão está agendada para o próximo dia 29 de maio na Assembleia da República (AR).

A AMCP considera que esta lei coloca os doentes com doenças graves e incuráveis numa situação de enorme coação para pedirem a eutanásia, preocupação que a associação transmitiu ao bastonário: “Seguramente, muitos doentes, de modo particular os mais pobres e frágeis, sentir-se-iam socialmente pressionados a requerer a eutanásia, porque se sentem a mais ou um fardo para a família e para a sociedade. Há um enorme risco de se criar um efeito de desmoralização nestes doentes, levando-os a desistirem de viver”.

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Médicos pedem ao SNS mais medidas de conciliação Trabalho-Família

As dificuldades na conciliação Trabalho-Família originam diversas tensões junto dos profissionais da medicina, quer no seio familiar quer ao nível do funcionamento dos hospitais e centros de saúde.

Um estudo realizado junto de 181 médicos da Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) revela que os médicos consideram mais difícil conciliar trabalho e família no Sistema Nacional de Saúde (SNS) do que no sector privado e, por isso, pedem medidas concretas para que trabalho e família sejam áreas conciliáveis.

O inquérito aos médicos católicos, realizado durante o mês de março, revela que os médicos trabalham em média 47 horas semanais e que a maioria destes profissionais considera que a partir das 43 horas semanais de trabalho existe um claro prejuízo para a vida familiar. 

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Dia de Formação Espiritual

No próximo dia 30 de Junho irá realizar-se em Fátima, na Casa de Retiros de N.ª Senhora das Dores,  um dia de Formação Espiritual / Retiro. Este retiro destina-se preferencialmente aos sócios da AMCP.

O almoço terá um custo de 9€ que será pago no próprio dia.

As inscrição poderão ser feitas aqui  e fecharão a 27 de Junho.

Torne-se Sócio

Para se tornar Sócio da AMCP é muito simples.

Pode prencher Inscrição de Associado no site ou então  descarregar o formulário em word, preenchê-lo e enviá-lo por correio.

Veja as condições especiais para estudantes.

Pode descobrir aqui os procedimentos para novos associados da AMCP

Maio de 2018: 25º Congresso da FIAMC

Entre os dias 30 de maio e 3 de junho deste ano terá lugar o 25º Congresso da Federação Internacional dos Médicos Católicos (FIAMC).

 

Estes encontros, que reúnem os representantes das associações dos médicos católicos dos cinco continentes, têm sido organizados regularmente de quatro em quatro anos desde 1945, em continuação de reuniões periódicas anteriores à Segunda Guerra Mundial.

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Presidente da República veta Lei sobre mudança de género aos 16

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses congratula-se com o veto do Presidente da República ao diploma de mudança de género aos 16 anos. Acreditamos que o envolvimento e o apoio dos médicos nas situações de disforia do género é de enorme importância para o acompanhamento e tratamento destes casos.

9 de maio de 2018

Arquivo:

O Parlamento Português aprovou no dia 13 de abril uma lei que permite a mudança de género no registo civil aos 16 anos apenas mediante requerimento e sem necessidade de recorrer a qualquer relatório médico. A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) considera que a dispensa de um parecer médico se reveste de uma enorme gravidade em termos de saúde pública. 

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Viagem/Peregrinação à Polónia de 22-27 Agosto de 2018

A AMCP está a organizar juntamente com a Geostar uma viagem/peregrinação à Polónia, entre os dias 22 e 27 de Agosto de 2018.

A viagem percorre os lugares ligados a São João Paulo II, o Santuário da Divina Misericórdia e especial visita ao Ícone da Virgem Negra de Czestochowa. Além disso, está prevista uma visita a AUSCHWITZ.

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A Associação dos Médicos Católicos Portugueses congratula-se com o veto do Presidente da República ao diploma de mudança de género aos 16 anos. Acreditamos que o envolvimento e o apoio dos médicos nas situações de disforia do género é de enorme importância para o acompanhamento e tratamento destes casos.

9 de maio de 2018

Arquivo:

Médicos Católicos pedem ao Presidente da República que vete a Lei sobre mudança de género aos 16 anos

O Parlamento Português aprovou no dia 13 de abril uma lei que permite a mudança de género no registo civil aos 16 anos apenas mediante requerimento e sem necessidade de recorrer a qualquer relatório médico.

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) considera que a dispensa de um parecer médico se reveste de uma enorme gravidade em termos de saúde pública. 

A lei aprovada exclui a medicina, não tem qualquer base científica, já que não se apoia em qualquer diagnóstico médico de disforia de género, e dispensa o tratamento médico necessário para estes casos.

A história ensina-nos que sempre que a medicina se subjugou à ideologia, os resultados foram desastrosos para a humanidade, pelo que a AMCP apela ao Sr. Presidente da República para que vete esta lei. 

A AMCP estranha que seja permitida a mudança de género numa idade em que se considera que os cidadãos não têm ainda maturidade para votar, conduzir um automóvel ou ingerir bebidas alcoólicas.

É questionável a capacidade de discernimento de um jovem de 16 anos poder decidir, de forma madura, livre e responsável, sobre a mudança de género. Nesta idade o córtex pré-frontal (envolvido nas respostas emocionais e na tomada de decisões) ainda não atingiu o desenvolvimento completo, pelo que não existem condições neurobiológicas de maturidade para uma tomada de decisão desta natureza. 

A lei não garante a exclusão de outras doenças psiquiátricas que possam estar na origem deste pedido. A AMCP, de acordo com a boa prática médica, defende que estas patologias devem ser avaliadas e tratadas pelos médicos psiquiatras e por outros profissionais de saúde competentes; portanto, devem continuar no campo da medicina e não serem utilizadas por interesses políticos, inspirados em posições ideológicas sobre esta matéria; situação que esta lei não garante.

Neste contexto, reconhece-se que existem casos de disforia de género na população geral, cuja prevalência, convém sublinhar, é muito baixa (0,003% - 0,005%). A AMCP entende que é um risco a Assembleia da República produzir uma legislação baseada nesta casuística, sobre uma matéria tão sensível. 

Esta lei, agora aprovada, não é baseada propriamente em novas descobertas científicas, nem tão-pouco foi pedida pelos médicos portugueses, mas é suportada por uma ideologia: a ideologia de género. Esta teoria assenta na ideia radical de que os sexos masculinos e femininos não passam de uma construção mental, cabendo à pessoa escolher a sua própria identidade de género. 

A ideologia de género é uma construção cultural, um produto da cultura e do pensamento humano, sendo totalmente desvinculada da biologia. A ciência — e a medicina em particular — não aceita a supremacia absoluta da dimensão psicológica/sociocultural sobre a identidade sexual. O ideal é que haja uma harmonia entre ambas, não sendo ético provocar desordens psicopatológicas artificiais, através da difusão de uma ideologia radical destinada a criar um “homem novo”.

16 de abril de 2018

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